Posts Tagged ‘Blumenau

28
set
13

Bom-senso e objetividade

Bom-senso e objetividade

Jornal de Santa Catarina. – 10.7.2013

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28
set
13

A questão técnica

A questão técnica

Jornal de Santa Catarina – 29.5.2013

28
set
13

O plano diretor a perigo

O plano diretor a perigo

Jornal de Santa Catarina – 9.4.2013

15
jul
12

VERTICALIZAÇÃO URBANA

VERTICALIZAÇÃO URBANA

A construção de um edificio no Bairro Bom Retiro reacende a discussão sobre a verticalização urbana e provoca reações em sua grande maioria contrárias, destacando-se um excelente artigo da arquiteta Angelina Wittmann publicado no Santa em  21.04.12.

Sem discutir se os ônibus que visitam o bairro procuram ver um autentico ambiente europeu  preservado ou se querem comprar camisetas em loja de fábrica, gostaria de dizer que não concordo com a sua verticalização, pois destruirá a belíssima paisagem urbana construída naturalmente pela cidade e que abrange uma série de elementos sociais e culturais.

Defendo desde 2005 que a verticalização urbana sem limite de altura é uma solução e não um problema, pois permite reduzir custos de abastecimento de água, esgoto, drenagem, energia elétrica, comunicação, atendimento hospitalar, educacional, transporte e segurança. Criando um modelo de ocupação “lote quadra”, em que vários pequenos lotes são comprados e unificados, constituindo-se uma área maior que é ocupada por altas torres de apartamentos cercadas por espaços livres. Como diz o prof. Edward Glaeser (Harvard), “não há lugar melhor para se viver do que em uma grande cidade, pois é justamente em ambientes de grandes aglomerações que os mais variados talentos podem conviver e aprender entre sí…, aumentando as chances de ganhar mais e ter acesso ao que há de mais avançado”.

Infelizmente está havendo um desvirtuamento do que foi incluído na última revisão do Plano Diretor, pois falta critério na análise da taxa de ocupação do solo e na preservação da paisagem urbana. A  lógica é muito simples – quanto mais alto o edifício, mais baixa a ocupação do terreno. Permito-me até sugerir – altura livre mas ocupação máxima de 20 ou 25% . Evitaremos mudanças de insolação e arejamento, impermeabilização dos pisos dificultando a absorção de água, sobrecarga na rede viária, de esgoto e de água, alterações no micro-clima e falta de privacidade pela proximidade das edificações.

O que está acontecendo em dois exemplos recentes – Bom Retiro e Ponta Aguda – será uma modificação rígida na nossa paisagem urbana. Lamentável, pois será irreversível!

 

24
jan
10

Estádio do Sesi – parte 2 – 2010

Pois é, de volta em 2010. E os assuntos continuam sempre os mesmos…a grande noticia é o lançamento da campanha do presidente da FIESC em conjunto com o vice-prefeito de Blumenau para arregimentar (?) recursos para o início e viabilização das obras do nosso projeto.

Como sempre, a minha referencia (única) é a coluna do Cláudio Holzer no Santa, como abaixo.

Literalmente “a esperança está no ar”, ou seja, mesmo os mais contrários estão a cada dia se convencendo que esta é a melhor, mais econômica , mais rápida e viável solução para um estádio decente em Blumenau. À altura das tradições (apenas) da cidade. Planejado e construído em etapas. Como nós blumenauenses podemos fazer com bastante qualidade, desde que efetivamente queiramos!

Jornal de Santa Catarina

(publicado no JSC de 20 de janeiro de 2010)

29
ago
09

ESTÁDIO DO SESI

Novamente com um intervalo enorme, vou fazer um post . É que este assunto de blog é muito bom e legal, pois pode-se falar aberta e francamente, inclusive dando o direito de qualquer um não concordar e até responder. Mas como não frequento e nem circulo em outros blogs, acabo falando sozinho. Como tenho estado muito ocupado profissionalmente, realmente estou sem tempo para me dedicar.

Mas não posso deixar de falar hoje deste assunto, que aparentemente está iniciando um caminho correto. Depois de 2 anos desde o inicio do projeto e mais de um ano depois da sua entrega, finalmente leio na mídia que está havendo uma mobilização favorável na cidade. Acib, CDL, Ricardo Stodieck e Secretário Estadual de Turismo são nominalmente citados pelo colunista Cláudio Holzer na edição de ontem do Jornal de Santa Catarina como apoiadores.

Na verdade sempre lutei por isto, mesmo sabendo das dificuldades e da diversidade de opiniões, ou como diz o Cláudio na coluna dele, “ciume de homem”.

Renasce a esperança. A cidade precisa e merece de algo que a motive e a retire desta letargia, sendo visivelmente ultrapassada pelos vizinhos menores, como Itajaí e Jaraguá do Sul, sem falar de Joinville, que está a anos-luz de nós.

Não preciso descrever mais o assunto. A matéria abaixo explica. Aproveito para anexar imagens das várias tentativas públicas que fiz para que o assunto não fosse esquecido. Vamos torcer – literalmente – pelo time da Cidade de Blumenau e, abandonar a idéia estúpida e absurda de “brigar” por tres estádios – Municipal, do Metropolitano e do Sesi. Na verdade, a ampliação do estádio do Sesi é – descaradamente – a opção mais viável, porque já existe o terreno e toda a infraestrutura interna, o que reduzirá no mínimo em 30% o valor total do investimento. A infraestrutura urbana não é adequada hoje – aliás em nenhum lugar da cidade – mas o seu planejamneto existe e a sua execução é amplamente viável.

Além da matéria da mídia, dos últimos anos sobre o assunto, aproveito e coloco algumas imagens, inclusive internas, de como será o estádio.

Finalizando o meu comentário, vale ressaltar que fizemos alguns estudos para o Sesi e confirmamos que a execução da ampliação pode ser feita em etapas independentes, numa 1a. fase para cerca de 20 mil espectadores, depois para 30 mil e, no futuro, eventualmente para 40 mil espectadores. Sentados e cobertos, com todo o conforto dos estádios internacionais e de acordo com as solicitações da FIFA.

Ressalte-se o empenho pessoal do presidente da Federação das Indústrias do Estado, Alcântaro Correia, neste projeto. Desde a apresentação em 12 de março de 2008 no salão nobre da Prefeitura Municipal de Blumenau.

JSC - 28.8.2009

Abaixo a imagem colorida do filme que a A+C Arquitetura fez na ocasião da entrega do projeto e que serviu de base à foto acima do Jandyr Nascimento e que está no Youtube e no site da A+C.

site www.amaiscearquitetura.com.br

 JSC 11.6.2009 SESI - JSC14.06.2007  HÁ 30 ANOS!  JSC 05.06.2008

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A MINHA RELAÇÃO COM ESTÁDIOS COMEÇOU AOS 11 ANOS DE IDADE, NO MARACANÃ!
A MINHA RELAÇÃO COM ESTÁDIOS COMEÇOU AOS 12ANOS DE IDADE, NO MARACANÃ!

A MINHA RELAÇÃO COM ESTÁDIOS COMEÇOU AOS 12ANOS DE IDADE, NO MARACANÃ! EM 1961 – MOLEQUE ACIMA

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01
jun
09

SOBRE A VILA GERMÂNICA – “CIEFE JÁ!”

Depois da última Texfair, o Jornal de Santa Catarina publicou uma matéria sobre o Centro de Exposições do Parque Vila Germânica, relembrando o Projeto do CIEFE. Como já tenho alguns posts sobre o CIEFE aqui publicados, resolví escrever um artigo que o Santa gentilmente publicou. Segue abaixo…

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Para minha surpresa, no dia seguinte o mesmo Jornal de Santa Catarina publica – no mesmo local – artigo do meu amigo Ney Azambuja, dono da Praxis. O Ney é um amigo muito querido – muito profissional – e que participou com o nosso grupo, há uns 6 anos, da montagem do projeto CIEFE. Como organizador de congressos e feiras, foi muito importante e extremamente prazeiroso abrir o jornal no dia seguinte e ver o seu comentário. Ratificando a importância desta atividade econômica para o município de Blumenau. Aliás, para qualquer cidade. Pena que a nossa Blumenau esteja ficando para trás por falta de interesse de alguns grupos e dos políticos (vide outros posts sobre o CIEFE). Ney, obrigado pelo apoio, que sei ser expontâneo. Como falamos depois, precisamos continuar nesta batalha. Que não é minha e nem é sua. É  da cidade. Vamos manter viva a griffe “Blumenau”. Sim, porque Blumenau é uma griffe.

Vejam o artigo do Ney Azambuja abaixo

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Perfil do autor

Arquiteto e Urbanista graduado no Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Paraná em 1970, quando ainda não existia a Arquitetura na Federal de Santa Catarina. Em 1971 trabalhei em São Paulo e exerço a profissão desde 1972 em Blumenau, inicialmente como autônomo. Entre 1974 e 1990 como sócio da Lindner Herwig Shimizu Arquitetos e atualmente como sócio-diretor da A + C Arquitetura. Gosto da boa arquitetura e me preocupo com a questão urbana e com o desenvolvimento social e econômico da cidade de Blumenau e do Vale do Itajaí nas próximas décadas, sem perder a sua identidade paisagística e cultural e os valores morais e éticos.
O meu grande desafio como arquiteto é viabilizar a edificação dos projetos para que estes não se transformem em meras idéias de arquitetura.

Data dos posts

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